Criamos esse blog para um trabalho do COC São José dos Campos - SP,dado pela Professora Daniele. Grupo formado por Luis Gustavo(MitX), Luiz Sérgio(The Strategist-senpai), Matheus Cohen(Prime) e Tomas(TNL) do 2ºano C irá falar sobre notícias do mundo do rock.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Os "sub-estilos" do Rock, parte 5: Power Metal
No início da década de 80, quando a NWOBHM ( New Wave of British Heavy Metal ou em Português Nova Onda Do Heavy Metal Britânico) tomava de assalto as paradas musicais e os ouvidos de todos os fãs de heavy metal do mundo, começava a surgir nos porões europeus e americanos uma forma mais agressiva e pesada de se fazer heavy metal, mas ainda bastante técnica e preocupada com nuanças melódicas. Ainda que esta não seja uma definição totalmente correta, pode-se dizer que o power metal foi a ponte entre as bandas metálicas dos anos 70 (e, por extensão, da NWOBHM) e o thrash metal (que, pouco depois, estouraria com Metallica, Slayer, Megadeth e outros). Os grupos de power metal surgiram e desapareceram num espaço bastante curto de tempo, sendo que alguns também se encaixam sob o rótulo thrash e outros sob o rótulo heavy metal tradicional. Aqui, é impossível dizermos quem começou o movimento (aliás, nunca se tratou disso). O que podemos fazer é listar algumas bandas que fizeram power metal em algum momento de sua carreira (mas quase todas elas principalmente entre 1980 e 1985 mais ou menos, quando atravessaram seu auge). Nomes de peso da tendência foram: Liege Lord, Manowar, Exciter, Grave Digger, Oz, Iron Angel, Chariot, Agent Steel, Savage Grace, Hirax, Sacrifice, Running Wild, Helloween, Rage, Anvil, Abbatoir, Raven, Cirith Ungol, Mercyful Fate e alguns outros. Muitas dessas bandas possuíam um lado quase thrash, mas eram muito mais melódicas e não se encaixavam perfeitamente sob o rótulo. Por isso, cunhou-se o nome speed metal para defini-las. Contudo, o termo é muito vago e discutível (embora power metal também o seja) e é preferível não usá-lo. Enfim, o que chamamos de power metal é uma música pesada e intensa, mas sem a agressividade e urgência características do thrash. Por outro lado, grupos que se enquadram nessa categoria tampouco se parecem com os da NWOBHM, sendo razoavelmente mais agressivos.
Os "sub-estilos" do Rock, parte 4: Thrash Metal
Convencionou-se chamar de thrash metal a forma de se tocar heavy metal surgida no início dos anos 80 e, embora seja extremamente difícil precisar com exatidão quem e como se deu o nascimento do gênero, bandas como Metallica, Exodus, Slayer e outras foram decisivas em sua lapidação. Em poucas palavras, pode-se dizer que o thrash metal é o heavy metal tocado de forma mais ríspida e crua (daí seu envolvimento com o punk), mas mantendo a técnica, o peso e a agressividade característicos do estilo. O thrash metal viveu seu grande momento nos anos 80, época em que surgiram infinitos grupos que perpetravam sua proposta. Alguns nomes importantes dentro do thrash, excetuando-se os já citados: Testament, Megadeth, Destruction, Xentrix, Nasty Savage, Whiplash, Overkill, Agent Steel, Assassin, Kreator, Celtic Frost, Sepultura, Flotsam and Jetsam, Coroner, Dark Angel, Nuclear Assault, At War, Iron Angel, Possessed, Onslaught, Sodom, Tankard, Artillery, Sabbat, o brasileiro Sepultura e muitos, muitos outros de menor expressão. Na primeira metade da década de 90, o estilo entrou em franca decadência. Muitas das bandas citadas encerraram suas atividades, algumas mudaram de estilo e outras seguiram com a mesma proposta e caíram no ostracismo. De qualquer forma, a importância do thrash para a música pesada é inegável, tendo sido sua expressão mais importante durante os anos 80 e fundamental para a lapidação do death metal. Atualmente, grupos thrash ainda existem, com uma sonoridade ligeiramente diferente, mas bem-sucedida. Dois grandes nomes desse cenário, já bem menor do que aquele da década passada, são o Pantera e o Machine Head.
Os "sub-estilos" do Rock, parte 3: Death Metal
O death metal é descendente direto do thrash metal, sendo, basicamente, o thrash tocado da forma mais rápida e pesada possível. Assim, é natural que os primeiros conjuntos a fazerem algo semelhante ao death tenham vindo da cena thrash. Grupos como Destruction, Sodom, Possessed, Slayer, Messiah e Kreator, por exemplo, ainda que não fossem death, já possuíam muitas das particularidades do mesmo (assim como Deep Purple , Jimi Hendrix e Led Zeppelin possuíam algo de heavy metal sem de fato pertencerem ao estilo) e funcionaram como pais do estilo. Talvez a primeira banda a ter soado realmente como death metal tenha sido o Hellhammer. A partir de então, surgiram nomes seminais do death, como Bathory, Morbid Angel e Death. Pouco mais tarde, aquele metal rápido, pesadíssimo, com vocais guturais e nenhum senso melódico já havia se expandido irreversivelmente, tendo vivido seu melhor momento no final da década de 80, e no inicio da de 90. Excetuando-se os já citados, nomes importantes do death: Cannibal Corpse, Obituary, Pungent Stench, Sadus, Entombed, Dismember, Therion, Deicide, Napalm Death, Carcass, Monstrosity, Brutality, Sinister, Six Feet Under e infinitos outros. A grande maioria dessas bandas ainda está na ativa, pois são relativamente novas e o death metal não encontrou um período de decadência muito grande.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Slash: Show no HSBC Brasil, São Paulo
No dia 7 de Abril, foi realizado em São Paulo um grande show de um dos maiores guitarristas da história: Slash.
A abertura do show foi com uma banda brasileira de Hard Rock chamada TEMPESTT, que tocou vários covers, incluindo Back in Black da banda AC/DC.
Após essa apresentação, uma bandeira com a imagem do CD lançado pelo Slash no inicio de 2010 foi baixada ao palco, e então, por volta das 21h30,as luzes se apagaram e o hino nacional brasileiro foi tocado, que foi interrompido com o som da bateria inicial da música "Ghost". Assim, com sua Gibson Les Paul e a famosa cartola preta, Slash subiu ao palco, levando os público ao delírio.
Myles Kennedy foi escolhido como vocalista para o show e após tocar "Ghost", veio uma música de sua antiga banda, Slash's Snake Pit, e "Sucker Train Blues", do Velvet Revolver, mostrando bastante qualidade no vocal. Também foram tocadas "Nightrain" e "Civil War" da banda onde fez com que chegasse ao auge de sua carreira, o Guns N' Roses.
"Back from Cali" veio na sequência e o guitarrista dedicou a música "Starlight" ao povo japonês, devido às catástrofes ocorridas no ultimo mês.
A maioria das músicas eram do Velvet Revolver, que está atualmente inativa após a saída de Scott Weiland, e de seu CD solo.
A banda que foi acompanhar Slash fez um belíssimo trabalho, tendo uma apresentação implacável e com um entrosamento perfeito.
Mas a estrela da noite não fez muitos solos individuais, somente foi ao centro do palco para tocar a música "Godfather Theme" e que foi seguida por uma das músicas mais marcantes da história do rock: "Sweet Child O' Mine".
Depois de "Slither", que seguiu com o show, começa o pequeno intervalo(bis) e que retornou com "By the Sword", de seu trabalho solo, e de "Mr.Brownstone".
Como encerramento do espetáculo, a música que já era esperada, por ser uma das principais músicas do Guns N' Roses, fez um final emocionante com a "Paradise City" para um show que ficará na memória do público que foi ver um dos maiores guitarristas da história.
Setlist:
- Ghost
- Mean Bone
- Sucker Train Blues
- Nightrain
- Rocket Queen
- Civil War
- Back from Carli
- Starlight
- Nothing to Say
- Beautiful Dangerous
- We're Gonna Die
- Just Like Anything
- My Michelle
- Fall to Pieces
- Godfather Theme
- Sweet Child O' Mine
- Slither
- By the Sword
- Mr.Brownstone
- Paradise City
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