quinta-feira, 7 de abril de 2011

Os "sub-estilos" do Rock, parte 2: Doom Metal

O nome doom metal é um dos mais genéricos e difíceis de situar a descrever uma subdivisão do heavy metal. Em princípio, ele poderia ser utilizado para descrever bandas tão díspares quanto coincidentes, já que é usado para aquelas que lançam mão de um som sombrio, pesado, lento, melancólico, depressivo, fúnebre e lúgubre. Mas essas não são justamente as características primeiras do heavy metal, cujo pai, o Black Sabbath, era justamente tudo isso? Bem, sim, mas, atualmente, o que se chama doom metal é uma espécie de subdivisão do death metal, algo igualmente pesado e extremo, mas mais melancólico e com influências góticas. Nomes sinistros como Trouble, Saint Vitus, Pentagram e o próprio Black Sabbath foram influências decisivas sobre essas bandas, embora o nome mais apropriado para defini-los seria doom rock. As bandas doom por excelência são o Paradise Lost, My Dying Bride e Anathema. Todas oriundas do death metal, conceberam uma sonoridade nova quando deram uma freada no som, mantendo os vocais guturais, o peso e a pouca acessibilidade e acrescentando toques góticos, folclóricos e medievais a ele. Outros grupos logo passaram a fazer isso também, formando uma cena. Sob o nome doom metal, uma miríade de bandas distintas se alojam. Alguns nomes, fora os já citados: Cathedral, Bethlehem, Let Me Dream, Yearning, Eterne, Godsend, Opeth, Therion, Evereve, In Flames, Sirrah, Hefeystos, Lake Of Tears, Dead Can Dance, Love Like Blood, Your Shapeless Beauty, Ved Buens Ende, Misanthrope, Temperance e vários outros.

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