
A trajetória de uma das bandas mais respeitadas do cenário musical gospel se iniciou em meados de 1990 quando Juninho Afram(guitarra e vocal), Luciano Manga(vocal), Walter Lopes(bateria),Túlio Régis(vocal) e Wagner Garcia(baixo), baixo membro da Igreja Cisto Salva, em São Paulo, integravam o que chamavam de terceiro grupo, cuja finalidade era tocar em programações, de certo modo, mais modestas. Devido a forte interatividade entre os músicos, logo firmaram compromisso como uma banda com vida própria, o G3.
Após a gravação do seu primeiro disco, um registro ao vivo datado de 1990, surge o nome para a banda, que de certa forma é bem sugestivo e combinou com a proposta de Oficina G3 e sua ideologia.
A história que começaram a escrever na pequena e revolucionária igreja do Tio Cássio (como era chamado o fundador da Igreja Cristo Salva) é repleta de episódios marcantes e surpreendentes. Deus escolheu cada componente, restaurando suas vidas e manifestando Seu poder de forma muito especial. Se fôssemos contar a história de cada um, ficaríamos horas contando as bençãos e milagres. Alguns de nós, Deus tirou das drogas, do álcool e outros de uma vida cristã de fachada, compartilha Juninho, também compositor.
Amparada nas experiências de vida de seus componentes e no talento natural de cada um, é que a banda Oficina G3 desenvolve seu trabalho. Trabalho este, julgado moderno demais para os padrões de algumas poucas igrejas brasileiras, no entanto, propício a alcancar um publico heterogêneo, que não se prende à faixa etária definida apesar de terem grande identificação adolescentes e jovens. O rock não tem idade, mas tem de ter consistência para se estabelecer. Este, um feito conquistado pela banda que não escondeu sua origem nem em nenhum momento mascarou suas reais intenções. A gente toca rock e ama Jesus, afirma Duca. Por isso, por isso buscam clareza em suas canções e falam de forma explícita do amor de Deus.
Fonte: www.oficinag3.com.br
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